MENOS É MAIS

Ser minimalista permite-nos “romper com o padrão de consumo exacerbado e parar de sofrer pela a falta da condição de não poder comprar tudo que vemos na frente”. A frase é do ator de teatro Rodrigo Henrique, de 20 anos, e está relacionada a um movimento que vai no sentido completamente oposto ao do consumismo exacerbado.
Em tempos nos quais somos amplamente cobrados a ter sempre mais e ostentar – principalmente nas redes sociais, o minimalismo tem crescido pregando exatamente o contrário: uma vida sem excessos. Surgido nas artes, é considerado uma filosofia de vida que tem como lema “menos é mais”. O conceito também tem sido tema de livros, como “Menos é mais: um guia minimalista para organizar e simplificar sua vida”, da americana Francine Jay, “Essencialismo: a disciplinada busca por menos”, de Greg McKeow e o aclamado documentário “Minimalismo: um documentário sobre as coisas que importam”, de Joshua Millburn e Ryan Nicodemus.
Minimalismo – menos coisas, mais felicidade!
O minimalismo também ensina que é preciso priorizar aquilo que realmente importa na sua vida, não só em relação aos bens materiais, como também aos relacionamentos. “Você começa desapegando das coisas que você não precisa, e depois isso vai se estendendo para as pessoas. Antes, saía sem querer só para não fazer desfeita, insistia em amizades que não valiam a pena… hoje, eu falo não. Com educação e naturalidade, mas falo. Se eu não quero, não me faz bem, eu não faço e não vou. Não é egoísmo, é amor próprio. Dessa forma, você consegue ter mais tempo pra quem você ama”, explica a servidora pública Maria Elvira Rodrigues.



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